19 de nov. de 2011
Uma certa manhã no Rio de Janeiro
VIA EMAIL
Um dos melhores emails que rolaram na última quinzena foi este, com fotos do Rio de Janeiro, num dia especialmente atípico e bonito.
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Manhã de 31 de outubro de 2011
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9 de nov. de 2011
PRIMEIRA PÁGINA
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| Capa desta edição: Janela. Foto NT |
SOLSTÍCIO EM MANHATTAN 12 de julho de 2011. Solstício de inverno no Hemisfério Norte. Ilha de Manhattan. Rua 42. O fenômeno, observado a cada semestre ( ou cada solstício - quando o Sol, a cada seis meses, atinge a maior declinação em latitude em relação ao Equador), já vem sendo chamado de Manhattanhenge. O por-do-sol alinha-se perfeitamente com a principal rua da ilha, e a população corre para ver e fotografar.
COPACABANA 1928
Um pequeno tesouro, uma relíquia. O autor da postagem no Youtube ganhou de um amigo essas e outras imagens da velha Copacabana desparecida.
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Copacabana- Rio de Janeiro - ano de 1928
24 de set. de 2011
OS MUSEUS GUGGENHEIM NO MUNDO
Solomon Guggenheim
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A Coleção
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| Solomon Guggenheim |
O Guggenheim de NY
Projeto de Frank LLoyd Wright
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| linhas curvsas para contrastar com a linearidade urbana de Manhattan |
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| Linhas lembram movimentos musicais da obra de Kandinsky |
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O Guggenheim de Bilbao - Espanha
Projeto de Frank Ghery
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| A presença do Guggenheim transformou a feição da cidade de Bilbao |
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| Vista noturna, espelho d'água |
O Guggenheim de Abu Dhabi - Emirados Árabes
Projeto de Ghery, com inauguração prevista para 2012
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Este será o maior Guggenheim do mundo, com 30.000 m, e sua construção está orçada em 400 milhões de dólares. Parte de um projeto do Governo que reunirá em Abuo o Louvre Abu Dhabi, de Jean Nouvel, o Museu Marítimo, de Tadao Ando, um Centro de Artes Performáticas de Zaha Hadid e o Museu Nacional Sheikh Zayed.
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OUTROS - COLEÇÕES E PROJETOS
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A Fundação Guggenheim é ainda depositária da Peggy Guggenheim Colection, em Veneza. Peggy ( 1898-1070), sobrinha de Solomon ( e cujo pai, Benjamim, morreu no desastre do Titanic), também colecionadora de arte, tem sua coleção exposta no Palácio Vernier dei Leoni, no Grande Canal de Veneza, onde Peggy tinha residência. Sua coleção, formada de 1938 a 1979, segue a mesma linha, de pintores contemporâneos, modernistas. Picasso, Leger, Kandinsky, Pollock, Bracque, Chagall, Klee, Maz Ernst entre outros. O palácio, um marco arquitetônico, foi iniciado em 1870 e nunca terminado.
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Veneza - Peggy Geggenheim Collection
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O museu de Berlim
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A partir do final segunda metade do século 20, a Fundação Guggenheim deu início a um projeto de expansão, para o qual se candidatam várias cidades do mundo, e no qual recursos estatais associam-se aos Fundação . O Deutch Guggenheim de Berlim, fundado em 1008, por exemplo, ocupa o andar térreo do prédio do Deutsch Bank of Berlin, e é zelado pelas duas instituições. O prédio, da década de 20, foi reabilitado pelo arquiteto Richard Gluckman ( do Museu Andy Warhol).
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| Deutsch Bank of Berlin -. O Deutsch Guggenheim ocupa um andar do prédio |
O Hermitage de Las Vegas
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Em 1002 surgia o Hermitage Guggenheim de Las Vegas, que teve lugar no Venetian Resort-Hotel-Casino. O espaço do museu foi concebido poro Rom Koolhaas - audacioso projeto na forma de um barco. Mas por dificuldades financeiras o contrato firmado entre a Fundação e resort, não foi renovado. Era o fim do Guggenheim Hermitage de las Vegas. O acervo será transferido para o Guggenheim Vinius ( Lituânia). E o novo Hermitage, projeto de Zaha Hadid, está sendo desenvolvido.
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| Hermitage Guggenheim de Las Vegas |
Rio de Janeiro, o projeto frustrado
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Considerado um projeto megalômano, com investimentos maiores do que a cidade poderia suportar ( todos o recursos sairiam do Tesouro Municipal), imprensa e opinião pública - através de liminar - rejeitaram, em 2003, o Guggenheim Rio de Janeiro.
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O projeto, do arquiteto francês Jean Nouvel, era composto por volumes dispersos em 42 mil m2 de área submersos no Pier Mauá - abaixo do nível do mar na Bahia de Guanabara -, com salas de exposição, “pirâmides”, espelhos d’água, uma floresta tropical invertida com cachoeira a 30 m de profundidade, torre cilíndrica gigante, restaurante panorâmico de onde se avistaria ao longe a cidade cartão-postal.
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29 de ago. de 2011
O CRISTO REDENTOR E SUA HISTÓRIA
Construção
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No século 16, os portugueses deram ao morro o nome de Pináculo da Tentação em alusão a um monte bíblico, e que, no século 17, passa a chamar-se Corcovado, por lembrar uma corcova. Mas só no século 19 é feita a primeira expedição ao cume do Corcovado, liderada pessoalmente pelo Imperador Pedro I.
Chegando ao Rio de Janeiro, em 1859, o padre lazarista Pedro Maria Boss sugere à Princesa Isabel a construção da imagem de um Cristo a abençoar a cidade no alto daquele morro. A idéia foi retomada em 1921, num abaixo-assinado ao Presidente da República Epitácio Pessoa, com mais de 20.000 assinaturas, para o Centenário da Independência do Brasil, comemorado no ano seguinte.
Heitor da Silva Costa, ganhador do projeto para a construção do Cristo Redentor
A edificação do monumentofoi iniciada em 1926.
E, em 12 de outubro de 1931, o Cristo foi finalmente inaugurado.
Foto da inauguração do Cristo Redentor, no Corcovado - 1931
Veja mais:
O Rio de Janeiro em 360º, do alto do Corcovado
5 de jun. de 2011
DENÚNCIA: CAÇA A GOLFINHOS NAS ILHAS FAROE
VIA EMAIL
Faroe Islands
Um ritual abominável
A história que aqui se vai contar não é boa ou bonita. Recebi em email encaminhado, mal redigido em inglês, mal traduzido para o português. Mas as fotos são contundentes, dolorosas, e decidi apurar sua veracidade.
Na internet, elas começam a aparecer a partir de 2008. As imagens são verdadeiras. Mas há erros nas informações divulgadas. As Faroe não são uma ilha, como diz a mensagem, mas um arquipélago de 18 ilhas do Atlântico Norte, 17 das quais habitadas, descobertas por vikings, e que, numa intrincada história política, pertencem e não pertencem ao Reino da Dinamarca. Uma nação constituinte, as faroe têm sua própria cultura, seu próprio idioma, seu próprio Parlamento e leis distintas das do reino dinamarquês.
A arquitetura nórdica das Ilhas Faroe
As Faroe são extremamente vulneráveis. Fortemente sujeitas à erosão costeira, ciclones, enchentes, maciça emigração dos jovens por falta de oportunidades, dependência de transportes internacionais no escoamento comercial , contaminação por metais pesados e poluentes orgânicos descartados do continente, que comprometem sua biodiversidade e o consumo e venda de caça marinha ( um forte na sua economia e cultura).
É claro, nada disto justifica ou explica as cenas impactantes, bárbaras, brutais – vergonhosas, até - que vem sendo mostradas nos últimos anos por ambientalistas de todo o mundo, de um macabro ritual que data de tres milênios.
Pelo que encontro na internet, as Faroe tentam uma saída econômica incrementando o turismo que, por certo, há de estar bastante reduzido hoje com a ampla divulgação destas cenas de matança de golfinhos. Prepare-se: são imagens chocantes. Necessário exibí-las, entretanto, para que se ponha um definitivo fim neste ritual de barbarismo.
O mar se tinge de sangue nas Ilhas Faroe
Em vídeo, no Youtube
Ainda mais chocantes são as mesmas imagens em vídeo:http://www.youtube.com/verify_age?next_url=http%3A//www.youtube.com/watch%3Ffeature%3Dplayer_embedded%26v%3DbgUJQBCtHhg
O que eu posso fazer? É a pergunta que nos fazemos
Há centenas de abaixo-assinados disponíveis na internet pedindo a expressa proibição da caça aos golfinhos nas Faroe.
Um filme sobre prática semelhante no Japão – The Cove – recebeu o prêmio de Melhor Documentário no Sundance Festival 2010 – maior festival de cinema independente do mundo - e foi candidato ao Oscar no mesmo ano.
Enquanto The Cove era produzido, pesquisas científicas concluíam que a carne dos golfinhos é imprópria ao consumo humano devido ao seu nível de toxidade, contendo, inclusive, mercúrio capaz de gerar defeitos congênitos irreversíveis. O filme gerou uma ampla discussão internacional, além de obras posteriores de similar importância.
Você pode baixar The Cove na íntegra, legendado em português, em
http://baixargratisfilmes.com/download-filme-the-cove-dvdrip-legendado/
18 de abr. de 2011
EMMANUELLE MOUREAUX
É o Shinkin Sugamo Bank ,de Tóquio. Projeto de Emmanuelle Moureaux. Doze camadas horizontais de cores criam na fachada um efeito visual, gráfico, bastante otimista e bonito à luz do dia.


Mas é à noite que o prédio resplandece, iluminado e colorido. Um belíssimo projeto, moderno e eclético.
A conjugação de grafismo mais cores e luz carateriza o conjunto da obra desta arquiteta.
Luz, cor e grafismo estão também no design de interior do banco


O METRÔ DE SHANGAI
É inacreditável. Parece até brincadeira ( Será que é?). E, citando Friedrich Durrenmatt no título de uma de suas peças teatrais, “ Seria cômico se não fosse trágico”.Bom, veja você mesmo.


































