
A sanfona é um dos instrumentos mais apreciados da música autenticamente brasileira. E a foto acima, deste colecionador, vem aqui ilustrar a grande pluralidade performática deste único instrumento, de norte a sul do país.
Luiz Gonzaga, o Rei do Baião
Muito associada a Luiz Gonzaga, o gênio pernambucano , a sanfona é muitas vezes confundida com o ritmos nodestinos. Mas terá igualmente um papel fundamental no Centro-Oeste e no Sul.
No Nordeste, a sanfona chegou no sec.20, com a expansão da malha ferroviária, levada pelos ingleses. Chegou junto com o nascimento do forró. É que uma sanfona sozinha faz um baile inteiro.
Dino Rocha, o Rei do Chamamé. Mato Grosso do Sul
O acordeão ( acordeón, no francês) não nasceu na França., mas na China, com o nome de Cheng, há 5000 anos, caiu no gosto da Alemanha, onde se desenvolveu, chegou ao Brasil com os alemães e italianos, disseminou-se primeiro em São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, antes de se interiorizar . Aqui, o acordeão recebeu o nome de sanfona, no Nodeste; de gaita, gaita de foles, gaita-ponta, concertina, realejo... no Sul. Em 2006, o acordeão de oito baixos passou a ser um símbolo oficial do Rio Grande do Sul.
"A verdadeira sanfona brasileira é aquela de oito baixos e tamanho um pouco menor" (Oswaldinho do Acordeon).
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Muito associada a Luiz Gonzaga, o gênio pernambucano , a sanfona é muitas vezes confundida com o ritmos nodestinos. Mas terá igualmente um papel fundamental no Centro-Oeste e no Sul.
No Nordeste, a sanfona chegou no sec.20, com a expansão da malha ferroviária, levada pelos ingleses. Chegou junto com o nascimento do forró. É que uma sanfona sozinha faz um baile inteiro.

O acordeão ( acordeón, no francês) não nasceu na França., mas na China, com o nome de Cheng, há 5000 anos, caiu no gosto da Alemanha, onde se desenvolveu, chegou ao Brasil com os alemães e italianos, disseminou-se primeiro em São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, antes de se interiorizar . Aqui, o acordeão recebeu o nome de sanfona, no Nodeste; de gaita, gaita de foles, gaita-ponta, concertina, realejo... no Sul. Em 2006, o acordeão de oito baixos passou a ser um símbolo oficial do Rio Grande do Sul.
"A verdadeira sanfona brasileira é aquela de oito baixos e tamanho um pouco menor" (Oswaldinho do Acordeon).
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Considerado um instrumento extremamente versátil, servia igualmente ao fado, à polca , à valsa, à música folclórica, ao xote, ao xaxado, ao baião, à milonga , ao vanerão, caiu com a chegada da bossa-nova, retornou no final dos 1900s, chegou com músicos brasileiros aos grandes palcos do jazz.

Exigindo um grande conhecimento do músico, a execução da sanfona, ainda hoje, no interior do país é passada de pai para filho.


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